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No site Significados encontrei uma definição interessante de empatia:

Empatia significa a capacidade psicológica para sentir o que sentiria uma outra pessoa caso estivesse na mesma situação vivenciada por ela. Consiste em tentar compreender sentimentos e emoções, procurando experimentar de forma objetiva e racional o que sente outro indivíduo.

A empatia leva as pessoas a ajudarem umas às outras. Está intimamente ligada ao altruísmo – amor e interesse pelo próximo – e à capacidade de ajudar. Quando um indivíduo consegue sentir a dor ou o sofrimento do outro ao se colocar no seu lugar, desperta a vontade de ajudar e de agir seguindo princípios morais.

A capacidade de se colocar no lugar do outro, que se desenvolve através da empatia, ajuda a compreender melhor o comportamento em determinadas circunstâncias e a forma como o outro toma as decisões.

Ser empático é ter afinidades e se identificar com outra pessoa. É saber ouvir os outros, compreender os seus problemas e emoções. Quando alguém diz “houve uma empatia imediata entre nós”, isso significa que houve um grande envolvimento, uma identificação imediata. O contato com a outra pessoa gerou prazer, alegria e satisfação. Houve compatibilidade. Nesse contexto, a empatia pode ser considerada o oposto de antipatia.

Eu entendo isso de uma maneira simples: empatia consiste em mudar o ponto de vista, em perceber que o mundo não gira em torno de uma única pessoa e que pode ser visto e sentido de diversas maneiras – que devem ser reconhecidas e respeitadas.

Todos os dias vejo muitas pessoas diferentes de mim, isso me mostra que não há um jeito único de ver e vivenciar o mundo, e que seria muita presunção achar que apenas o meu jeito é o certo. Cada pessoa escolhe o seu jeito de viver e só cabe a essa pessoa questionar e tentar mudar sua vida – o que funciona para mim não funciona para a maioria das pessoas que conheço, então por que eu forçaria elas a viverem de um modo que não reflete o seu Ser?

Ao observar essa realidade, nada me parece mais lógico do que tentar entender as necessidades e sentimentos de quem está ao meu redor – sem passar por cima das nossas.  Fazendo isso, pode-se ser um Ser autônomo convivendo com outros Seres autônomos, sem a necessidade de impor nada a ninguém nem de me reprimir.

Eu descreveria os relacionamentos como uma balança que só fica equilibrada quando respeitamos as formas de ser de todas pessoas envolvidas.

balança definitivo

desenho que fiz para ilustrar o que escrevi…

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